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sábado, 11 de outubro de 2014

Curiosidades de Portugal 6 - Jardim lisboeta entre os mais belos do mundo


O jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira, em Lisboa, é um dos mais belos de Portugal e do mundo. Integrado no conjunto dos 250 melhores jardins reunidos no livro The Gardener's Garden, mereceu, recentemente, o destaque da edição espanhola da revista turística Condé Nast Traveler. Com base naquela obra, a Condé Nast escolheu os seus 10 favoritos, colocando na lista o espetacular jardim lisboeta do Palácio da Fronteira, onde os azulejos, de manufatura cuidada, servem de pano de fundo perfeito. Destaque merecem, também, as fontes espetaculares e os arbustos impecáveis e geométricos que decoram o jardim da sempre bela Lisboa. Segundo a revista, o espaço, simplesmente espetacular, retrata a verdadeira "essência portuguesa em tons de verde e azul". O Palácio da Fronteira, junto ao Parque Florestal de Monsanto, em Lisboa, foi construído entre 1671 e 1672, como pavilhão de caça para D. João de Mascarenhas, o primeiro marquês de fronteira. Os seus jardins distinguem-se pelos vários painéis de azulejos representativos dos costumes campestres de cada estação do ano e dos cavaleiros antepassados da família, bem como por uma galeria decorada com bustos de reis portugueses.


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Texto retirado da página online:

sábado, 22 de março de 2014

Lisboa Card



Para quem planeia visitar Lisboa de maneira a que fique mais económico agora a cidade tem um novo cartão o chamado Lisboa Card.
Estas informações que eu vou reproduzir agora foram retiradas de sites de turismo de Lisboa os quais vou deixar aqui o link para os interessados em adquirir este cartão.

LISBOA CARD

O Lisboa Card corresponde ao desejo de várias entidades de proporcionar ao visitante de Lisboa uma maneira fácil e vantajosa de a conhecer. É uma organização conjunta do Turismo de Lisboa, do IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, do IMC – Instituto dos Museus e da Conservação, da Companhia Carris de Ferro de Lisboa, SA e da CP – Caminhos de Ferro Portugueses, EP, contando igualmente com a colaboração de outras entidades. Esperamos que tenha uma estada agradável em Lisboa e que o Lisboa Card sirva os objectivos de facilitar a sua visita. 

Este Cartão garante ao portador as seguintes vantagens:

Circulação Grátis de METRO e nos autocarros, eléctricos, elevadores da CARRIS. Linha de Sintra - Rossio, Linha de Cascais - Cais do Sodré.

Entrada gratuita em 25 museus, monumentos e outros locais de interesse.
10% a 50% de desconto em locais e serviços de interesse turístico e cultural.
5% a 10% de desconto em algumas lojas de artigos genuinamente portugueses.

Conforme condições gerais de compra. Disponível para entrega imediata.

IVA Incluído à taxa de 6%.

ATENÇÃO: Palácio Nacional Sintra e Queluz não são gratuitos com Lisboa card. Tem desconto de -2€ sob a tarifa.

Palácio Nacional Ajuda de 23 de Março a 25 Agosto não é gratuito com Lisboa card.


No seguinte site irão poder comprar o Lisboa Card, assim como poderão conhecer os preços deste e de outros cartões que a cidade de Lisboa tem para oferecer a quem a visita!




sexta-feira, 21 de março de 2014

A Baixa Pombalina e o Arco da Rua Augusta


A baixa de Lisboa, também é chamada Baixa Pombalina por ter sido edificada por ordem do Marquês de Pombal, na sequência do terramoto de 1755, cobrindo uma área de cerca de 23,5 hectares. Situa-se entre o Terreiro do Paço, junto ao rio Tejo, e o Rossio e a Praça da Figueira, e longitudinalmente entre o Cais do Sodré, o Chiado e o Carmo, de um lado, e a Sé e a colina do Castelo de São Jorge, do outro.
A Baixa é formada por um conjunto de ruas rectas e perpendiculares organizadas para ambos os lados de um eixo central constituído pela Rua Augusta. Os edifícios têm uma arquitectura semelhante, com rés-do-chão comerciais e andares superiores para habitação. 
É um dos primeiros exemplos de construção anti-ssísmica. Os modelos arquitectónicos foram testados com a utilização de tropas em marcha para simular um terramoto.
Para a prevenção e combate aos incêndios, todos os quarteirões tinham poços de água nos saguões e as paredes entre os edifícios eram mais altas que o telhado para prevenir a progressão do fogo (paredes corta-fogo).
A Baixa dispôs da primeira verdadeira rede de esgotos domésticos, dando para colectores subterrâneos sob as ruas.


Arco do Triunfo ou Arco do Triunfo da Rua Augusta é um arco triunfal situado na parte Norte da Praça do Comércio, sobre a Rua Augusta, em Lisboa, Portugal.
A sua construção começou após o terramoto de 1755, mais concretamente em 1775, mas esta primeira versão, que poderá não ter sido concluída, viria a ser demolida em 1777, após o início do reinado de D. Maria I e a demissão do Marquês de Pombal. Em 1873, recomeçou a edificação do arco segundo o projecto do arquitecto Veríssimo José da Costa, que remonta a 1843/44, tendo ficado as obras concluídas em 1875.
O texto inscrito no topo do arco remete-nos à grandiosidade portuguesa aquando dos descobrimentos e à descoberta de novos povos e culturas. VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS DOCVMENTO.PPD “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.
A partir de 9 de Agosto de 2013, começou a ser possível, usando um elevador e dois lances de escadas íngremes, chegar ao miradouro no topo do Arco, por 2,5 euros.



quinta-feira, 20 de março de 2014

Centro Cultural de Belém


O Centro Cultural de Belém localiza-se na praça do Império, em Belém, Lisboa.
Foi iniciado em Setembro de 1988 e concluído em Setembro de 1993.
A sua polémica implantação, teve como fundamento, o facto de assinalar o ponto de partida dos descobrimentos marítimos, à semelhança da Torre de Belém e do Padrão dos Descobrimentos. O simbolismo associado a esta localização, é confirmado pela escolha na década de 1940, da grande Exposição do Mundo Português. O CCB veio ocupar mesmo espaço que foi destinado a instalar o Pavilhão "Portugueses no Mundo" e as "Aldeias Portuguesas".
Por concurso internacional, e 57 projectos acolhidos, foi seleccionada a proposta do arquitecto português Manuel Salgado e do consórcio do arquitecto italiano Vittorio Gregotti. De cinco módulos apresentados no projecto, apenas foram construídos, três; o Centro de Reuniões, o Centro de Espectáculos e o Centro de Exposições.

Foi concebido originalmente para acolher a sede da presidência portuguesa da Comunidade Europeia e posteriormente para desenvolver actividade cultural.
Abriu como centro cultural e de conferências em 1993, destacando-se no seu programa a música, artes teatrais e fotografia.
Tem também um museu de design com uma colecção de peças datadas de 1937 até aos nossos dias. Na sua curta e conturbada existência, o museu de design encerrou definitivamente, no dia 31 de Agosto de 2006, mas, através do Serviço Educativo e mediante marcação prévia, é possível realizar visitas e ateliers a grupos organizados. Durante o fim de semana realizam-se visitas guiadas gerais, temáticas, ciclos de conferências, debates e actividades para famílias.

Com vista para os jardins de relvados geométricos e oliveiras, do seu restaurante e cafetaria, pode apreciar-se o cais e o rio Tejo, ali tão perto.
Aos fins de semana Centro Cultural de Belém, enche-se de visitantes, que para além dos programas culturais habituais que oferece, podem usufruir da presença de artistas de rua, actores, e outras manifestações públicas de arte, performances, etc...

Mais informações ver o site do CCB:
http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Pages/default.aspx

quarta-feira, 19 de março de 2014

Padrão dos Descobrimentos



Padrão dos Descobrimentos, localiza-se em Lisboa, Portugal. Numa posição destacada na margem direita do rio Tejo, foi erguido para homenagear os elementos envolvidos no processo dos Descobrimentos portugueses.
Originalmente foi construído em gesso, em 1940 para a Exposição do Mundo Português e foi encomendado por António de Oliveira Salazar ao arquitecto Cottinelli Telmo e ao escultor Leopoldo de Almeida. Foi desmontado em 1958.
Foi construído uma replica em betão com esculturas de pedra rosal de Leiria, erguendo-se a cinquenta  metros de altura, foi inaugurado em 1960, nas comemorações dos quinhentos anos da morte do Infante D. Henrique, o Navegador, conhecido como o grande impulsionador da navegação portuguesa na altura dos Descobrimentos.
Tem a forma de uma caravela, com o escudo de Portugal nos lados e a espada da Casa Real de Avis sobre a entrada.
 O Infante D. Henrique, o Navegador, ergue-se à proa, com uma caravela nas mãos. Em duas filas descendentes, de cada lado do monumento, estão as estátuas de heróis portugueses ligados aos Descobrimentos. 
Na face ocidental encontram-se o poeta Camões, com um exemplar de Os Lusíadas, o pintor Nuno Gonçalves com uma paleta, bem como famosos navegadores, cartógrafos e reis.


A norte do monumento uma rosa-dos-ventos de 50 metros de diâmetro, desenhada no chão, foi uma oferta da África do Sul em 1960. O mapa central, pontilhado de galeões e sereias, mostra as rotas dos descobridores nos séculos XV e XVI.
No interior do monumento existe um elevador que vai até ao sexto andar, e uma escada que vai até ao topo de onde se descortina um belo panorama de Belém e do rio Tejo. 
A cave é usada para exposições temporárias.
De todas as figuras representadas neste monumento existe apenas uma mulher a rainha D. Filipa de Lencastre que foi a mãe de vários infantes e rei ligados ás descobrimentos.

terça-feira, 18 de março de 2014

Torre de Belém


A Torre de Belém localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.
O monumento é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas. Destaca-se assim pelo nacionalismo implícito.

Classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983.
O monumento reflecte o estilo manuelino e marca o fim da tradição medieval.

Grande da sua beleza está na decoração exterior, adornada com cordas e nós esculpidos em pedra, galerias abertas, torres de vigia no estilo mourisco e ameias em forma de escudos decoradas com esferas armilares, a cruz da Ordem de Cristo e elementos naturalistas, como um rinoceronte, alusivos às navegações. O interior gótico, por baixo do terraço, que serviu como armaria e prisão, é muito austero.
Diz-se que foi aqui que o velho do Restelo fez o seu discurso avisando os navegadores dos males que tinha os mares.
A sua estrutura compõe-se de dois elementos principais: a torre e o baluarte.

A torre quadrangular, de tradição medieval, eleva-se em cinco pavimentos acima do baluarte, a saber:
Primeiro pavimento - Sala do Governador.
Segundo pavimento - Sala dos Reis, 
Terceiro pavimento - Sala de Audiências
Quarto pavimento - Capela
Quinto pavimento - Terraço da torre.
É um monumento de uma beleza desigual vale a pena visitar....

segunda-feira, 17 de março de 2014

Mosteiro do Jerónimos




O Mosteiro dos Jerónimos situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do rio Tejo. O monumento é considerado património mundial pela UNESCO.
Depois de Vasco da Gama ter regressado a sua viagem à Índia, o rei D. Manuel I encomendou esta esplendoroso monumento que foi financiado pelos lucros do comércio com a Índia.



 Começou  ser construído em 1502 e contou com vários arquitectos e construtores, entre eles Diogo Boitaca a quem se deve o plano inicial e parte da execução, João de Castilho  a que se deve o novo plano, abóbadas das naves e do transepto, pilares, porta sul, claustro, sacristia  e fachada. No estilo manuelino onde se destacam as decorações com cordas e esferas armilares, um testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos e das suas conquistas. 
No reinado de D. João III foi acrescentado o coro alto. 



Deve o seu nome à Ordem de São Jerónimo que foi la estabelecida até 1834.
Apesar de ter sobrevivido ao Sismo de 1755 acabou por ser danificado nas invasões francesas no início do século XIX.
Nele encontram-se os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa. 

Também Almeida Garrett esteve lá sepultado mas o seu corpo foi trasladado para o Panteão Nacional.
Com a expulsão das Ordens Religiosas em 1834, o mosteiro foi destinado à Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria de Belém.





Numa extensão construída em 1850 está localizado o Museu Nacional de Arqueologia. O Museu de Marinha situa-se na ala oeste. Integrou, em 1983, a XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura.

Os seus claustros são simplesmente maravilhosos a pedra trabalhada em forma de corda. Podem-se visitar gratuitamente aos Domingos até as 14h 30m. 




Existe uma excelente exposição com as pinturas dos reis de Portugal e no centro uma cronologia da construção do mosteiro, com a historia de Portugal e com a história mundial... Vale a pena visitar!





terça-feira, 11 de março de 2014

Lisboa


Lisboa...
Uma das mais belas capitais europeias no meu entender, talvez porque faz parte da minha história.
Mas não é só isso que me encanta nela, durante séculos Lisboa conta a história de um povo, corajoso destemido e empreendedor e apesar um país não ser apenas a sua capital. Se imaginarmos Portugal como uma casa Lisboa seria o seu jardim, convidativo e cuidado, onde se passaram romances secretos, alianças duradouras, duelos inimagináveis....
O sol abençoa-a com uma luz linda e brilhante fazendo dela uma cidade alegre e feliz, cada rua tem uma história para contar, seja de um poeta, uma cantora, um escritor, um rei ou um nobre...
Já foi a capital do Mundo outrora e isso deixa a sua marca, no país e no resto do mundo evidentemente.
E a sua beleza destaca-se basta olhar para o chão e ver a famosa calçada, mas se se olhar para os jardins fica-se encantado com o jardim de Belém ou da Estrela entre outros.
E os monumentos fazem jus a imponência da cidade, pois ninguém consegue ficar indiferente a um mosteiro dos Jerónimos ou à torre de Belém, e o padrão dos descobrimentos uma caravela gigante feita em pedra para homenagear a coragem e o engenho que os portugueses tiveram em partir para o desconhecido e terem sido os primeiros a descobrir o mundo.
Perdoem-me se o meu patriotismo fala mais alto, mas penso que todos devemos ter orgulho do país em que vivemos, mesmo que ele seja pequeno e as vezes esquecido.
Convido todos a conhecerem esta cidade, assim como a sua história. Se é português e gosta de viajar, antes de escolher um outro destino descubra o que o seu país tem para lhe oferecer e acredite que ficará agradavelmente surpreendido. Se mora fora de Portugal venha descobrir o povo, do Fado e da Saudade.